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5 de novembro de 2018

NOVEMBRO 2018



Paul Cezanne  (1839-1906)  - Sucrier, poires et nappe (1893-94)





Durante o mês de Novembro, o tema está ligado aos lanches caseiros.

Deverás realizar vários exercícios de desenho de observação de copos, chávenas de chá, café ou leite, tijelas, canecas, bules, cafeteiras, etc. (maioritariamente, objetos com linhas curvas).

O "desenho de observação" é um exercício em que desenhamos o que estamos a ver à nossa frente (não copies as imagens desta publicação - procura os teus próprios objetos).
Deverás também utilizar a cor com os materiais que preferires (lápis de cor, aguarelas, marcadores, etc...).

Bom trabalho.

















































30 de junho de 2016

VERÃO 2016




Amadeo de Souza Cardoso - "Le saut du lapin" (1911)




Porque muitos alunos irão ter saudades da disciplina de Educação Visual e outros querem praticar a técnica e treinar o olhar, seguem-se alguns exercícios com diferentes graus de dificuldade e organizados por temas.







O PONTO E A LINHA


Para comunicarmos visualmente, seja a escrever um texto numa página (caligrafia) ou esboçar um esquema de uma ou mais ruas para indicar uma direção (por exemplo), necessitamos de desenhar pontos e linhas. Para executar estes exercícios simples precisamos de um elemento riscador (lápis de grafite, caneta, esferográfica, etc.), de um suporte (papel, por exemplo) e de empenho para realizar os vários exercícios que se seguem:






 

Volto a disponibilizar os exercícios sobre grafismos, publicados anteriormente, que podem ser realizados com lápis de grafite, caneta ou esferográfica.




Para aceder à publicação com os documentos em PDF, clicar na ligação que se segue:





LÁPIS DE COR


Todos já ouviram falar dos livros de colorir e, neste momento, há uma grande variedade de temas à venda nas livrarias. No entanto, deixo aqui algumas hipóteses em formato PDF, que podem imprimir e começar a trabalhar de imediato. É uma atividade para relaxar e treinar o preenchimento de espaços com lápis de cor.













Para quem se quiser envolver mais com a disciplina de Ciências Naturais, pode optar por colorir e aprender a reconhecer as plantas invasoras existentes no nosso país:


Mais plantas invasoras para reconhecer e colorir neste site:





DESENHAR FIGURAS SIMPLES


Para desenvolver as capacidades necessárias ao desenho autónomo e criativo, alguns alunos preferem treinar o desenho de figuras simples com estes exemplos passo-a-passo:





























DIÁRIO GRÁFICO


Aproveito para relembrar que um diário gráfico é um caderno (ou um conjunto de folhas soltas que posteriormente organizamos como preferirmos) onde podemos soltar a nossa imaginação e desenhar, escrever, pintar e/ou colar as histórias, pensamentos, etc... que marcam o nosso quotidiano.

Se não gostarmos do que fizermos, é só virar a página e começar de novo...

Ou outro registo diferente. Se os desenhos/registos forem apagados ou destruídos por não gostarmos do que estamos a fazer, perdemos a noção da evolução que se torna natural e mais rápida quando nos dedicamos ao desenho de uma forma continuada.

Se adquirirem um caderno de capa dura, o trabalho torna-se mais fácil. Podem também imprimir o guia de trabalho (frente e verso), dobrá-lo e juntá-lo ao caderno, quer na bolsa interior de alguns cadernos, quer com uma mola como mostra a imagem seguinte.





Seguem-se as ligações para as publicações deste blogue sobre o diário gráfico.








Bom trabalho.....








17 de novembro de 2015

PERSPETIVA CÓNICA - desenhar espaços interiores



"Girls Singing"- Edgar Degas (1873)






DESENHAR UM ESPAÇO INTERIOR COM 1 PONTO DE FUGA:



Na perspetiva linear com um ponto de fuga (perspetiva frontal), o observador situa-se de frente para uma parede. Tudo o que se encontra nessa parede é representado de frente. Todas as outras paredes, chão e teto representam-se em perspetiva.



1 - Traçar a linha do horizonte e o ponto de fuga. Traçar a parede que se encontra de frente para o observador (um quadrado ou paralelipípedo).






2 - Traçar as linhas que representam as paredes laterais, o teto e o chão em direção ao ponto de fuga.






3 - Analisar atentamente os exemplos que se seguem e construir o espaço interior que se deseja.























DESENHAR ESPAÇOS INTERIORES COM 2 PONTOS DE FUGA:




Na perspetiva linear com 2 pontos de fuga, o observador situa-se de frente para uma esquina de um espaço. Todos os planos (paredes, chão e teto) são representados em perspetiva.




1 - Traçar a linha do horizonte e definir os pontos de fuga. Traçar a linha vertical, perpendicular à linha do horizonte, que corresponde à esquina do espaço que queremos representar.







2 - Traçar as linhas que separam os planos das paredes, do chão e do teto a partir dos pontos de fuga.







3 - Observar com atenção as imagens que se seguem e construir o espaço desejado.

























PERSPETIVA CÓNICA - dois pontos de fuga




"Dance Class at the Opera" - Edgar Degas (1872)





A linha do horizonte (LH) é a referência da altura dos olhos e da posição do objeto a desenhar.

Num paralelipípedo, só as arestas verticais se mantêm; todas as faces estão em perspetiva.

As arestas horizontais parecem convergir para 2 pontos de fuga (PF1 e PF2), um para cada conjunto de paralelas.




PASSO A PASSO:


NOTA: estes exercícios devem ser feitos com rigor, utilizando régua e esquadro.
As arestas só têm 3 possibilidades: ou são verticais, ou na direção do ponto de fuga (PF1), ou na direção do ponto de fuga 2 (PF2).



1 - Começa por traçar a linha do horizonte (LH) e os dois pontos de fuga (PF1 e PF2) nos extremos da LH.







 2 - Para construir um paralelipípedo visto de cima, traça uma aresta vertical perpendicular à LH, como indicado na figura.







3 - Traça as linhas de fuga na direção dos pontos de fuga (PF1 e PF2).







4 - Constrói as arestas restantes.






5 - Constrói outros sólidos no espaço restante do teu suporte.









Exemplos: