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| Paul Cezanne (1839-1906) - Sucrier, poires et nappe (1893-94) |
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28 de outubro de 2017
22 de setembro de 2017
SETEMBRO_OUTUBRO 2017 - diário gráfico
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| Projetado por Ilovehz - Freepik.com |
Neste ano letivo, os desafios a realizar no diário gráfico serão mensais. Assim, e até ao final de outubro, o tema será o Outono. Deverás realizar, no teu caderno, desenhos de observação de folhas secas, ouriços, castanhas, pinhas, romãs, abóboras, cabaças, etc.
O "desenho de observação" é um exercício em que desenhamos o que estamos a ver à nossa frente (não copies as imagens desta publicação - procura os teus próprios objetos).
Deverás também utilizar a cor com os materiais que preferires (lápis de cor, aguarelas, marcadores, etc...).
Bom trabalho.
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| castanhas e ouriços |
30 de junho de 2016
VERÃO 2016
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| Amadeo de Souza Cardoso - "Le saut du lapin" (1911) |
Porque muitos alunos irão ter saudades da disciplina de Educação Visual e outros querem praticar a técnica e treinar o olhar, seguem-se alguns exercícios com diferentes graus de dificuldade e organizados por temas.
O PONTO E A LINHA
Volto a disponibilizar os exercícios sobre grafismos, publicados anteriormente, que podem ser realizados com lápis de grafite, caneta ou esferográfica.
Para aceder à publicação com os documentos em PDF, clicar na ligação que se segue:
LÁPIS DE COR
Todos já ouviram falar dos livros de colorir e, neste momento, há uma grande variedade de temas à venda nas livrarias. No entanto, deixo aqui algumas hipóteses em formato PDF, que podem imprimir e começar a trabalhar de imediato. É uma atividade para relaxar e treinar o preenchimento de espaços com lápis de cor.
Para quem se quiser envolver mais com a disciplina de Ciências Naturais, pode optar por colorir e aprender a reconhecer as plantas invasoras existentes no nosso país:
Mais plantas invasoras para reconhecer e colorir neste site:
DESENHAR FIGURAS SIMPLES
Para desenvolver as capacidades necessárias ao desenho autónomo e criativo, alguns alunos preferem treinar o desenho de figuras simples com estes exemplos passo-a-passo:
DIÁRIO GRÁFICO
Aproveito para relembrar que um diário gráfico é um caderno (ou um conjunto de folhas soltas que posteriormente organizamos como preferirmos) onde podemos soltar a nossa imaginação e desenhar, escrever, pintar e/ou colar as histórias, pensamentos, etc... que marcam o nosso quotidiano.
Se não gostarmos do que fizermos, é só virar a página e começar de novo...
Ou outro registo diferente. Se os desenhos/registos forem apagados ou destruídos por não gostarmos do que estamos a fazer, perdemos a noção da evolução que se torna natural e mais rápida quando nos dedicamos ao desenho de uma forma continuada.
Se adquirirem um caderno de capa dura, o trabalho torna-se mais fácil. Podem também imprimir o guia de trabalho (frente e verso), dobrá-lo e juntá-lo ao caderno, quer na bolsa interior de alguns cadernos, quer com uma mola como mostra a imagem seguinte.
Seguem-se as ligações para as publicações deste blogue sobre o diário gráfico.
Bom trabalho.....
17 de novembro de 2015
PERSPETIVA CÓNICA - desenhar espaços interiores
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| "Girls Singing"- Edgar Degas (1873) |
DESENHAR UM ESPAÇO INTERIOR COM 1 PONTO DE FUGA:
Na perspetiva linear com um ponto de fuga (perspetiva frontal), o observador situa-se de frente para uma parede. Tudo o que se encontra nessa parede é representado de frente. Todas as outras paredes, chão e teto representam-se em perspetiva.
1 - Traçar a linha do horizonte e o ponto de fuga. Traçar a parede que se encontra de frente para o observador (um quadrado ou paralelipípedo).
Na perspetiva linear com 2 pontos de fuga, o observador situa-se de frente para uma esquina de um espaço. Todos os planos (paredes, chão e teto) são representados em perspetiva.
1 - Traçar a linha do horizonte e definir os pontos de fuga. Traçar a linha vertical, perpendicular à linha do horizonte, que corresponde à esquina do espaço que queremos representar.
2 - Traçar as linhas que separam os planos das paredes, do chão e do teto a partir dos pontos de fuga.
3 - Observar com atenção as imagens que se seguem e construir o espaço desejado.
PERSPETIVA CÓNICA - dois pontos de fuga
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| "Dance Class at the Opera" - Edgar Degas (1872) |
A linha do horizonte (LH) é a referência da altura dos olhos e da posição do objeto a desenhar.
Num paralelipípedo, só as arestas verticais se mantêm; todas as faces estão em perspetiva.
As arestas horizontais parecem convergir para 2 pontos de fuga (PF1 e PF2), um para cada conjunto de paralelas.
PASSO A PASSO:
NOTA: estes exercícios devem ser feitos com rigor, utilizando régua e esquadro.
As arestas só têm 3 possibilidades: ou são verticais, ou na direção do ponto de fuga (PF1), ou na direção do ponto de fuga 2 (PF2).
1 - Começa por traçar a linha do horizonte (LH) e os dois pontos de fuga (PF1 e PF2) nos extremos da LH.
2 - Para construir um paralelipípedo visto de cima, traça uma aresta vertical perpendicular à LH, como indicado na figura.
3 - Traça as linhas de fuga na direção dos pontos de fuga (PF1 e PF2).
4 - Constrói as arestas restantes.
5 - Constrói outros sólidos no espaço restante do teu suporte.
Exemplos:
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