28 de outubro de 2017

22 de setembro de 2017

SETEMBRO_OUTUBRO 2017 - diário gráfico


Projetado por Ilovehz - Freepik.com





Neste ano letivo, os desafios a realizar no diário gráfico serão mensais. Assim, e até ao final de outubro, o tema será o Outono. Deverás realizar, no teu caderno, desenhos de observação de folhas secas, ouriços, castanhas, pinhas, romãs, abóboras, cabaças, etc.
O "desenho de observação" é um exercício em que desenhamos o que estamos a ver à nossa frente (não copies as imagens desta publicação - procura os teus próprios objetos).
Deverás também utilizar a cor com os materiais que preferires (lápis de cor, aguarelas, marcadores, etc...).

Bom trabalho.



castanhas e ouriços



























 












14 de janeiro de 2017

DIREITOS HUMANOS






"Os direitos humanos visam salvaguardar a dignidade de todas as pessoas, em todos os momentos e em todas as suas dimensões. São normas jurídicas adotadas por Estados no âmbito de organizações internacionais como as Nações Unidas (ONU), a União Africana (UA) e a Organização de Estados Americanos (OEA). Para promover a sua realização e monitorizar a sua violação, inúmeros órgãos têm vindo a ser criados desde meados do séc. XX, no seio dessas mesmas organizações internacionais."
(Texto retirado deste site: http://direitoshumanos.gddc.pt/)








A história dos direitos humanos (documentário): 





 








Declaração Universal dos Direitos Humanos (animação):






Declaração Universal dos Direitos do Homem (texto integral):



30 de junho de 2016

VERÃO 2016




Amadeo de Souza Cardoso - "Le saut du lapin" (1911)




Porque muitos alunos irão ter saudades da disciplina de Educação Visual e outros querem praticar a técnica e treinar o olhar, seguem-se alguns exercícios com diferentes graus de dificuldade e organizados por temas.







O PONTO E A LINHA


Para comunicarmos visualmente, seja a escrever um texto numa página (caligrafia) ou esboçar um esquema de uma ou mais ruas para indicar uma direção (por exemplo), necessitamos de desenhar pontos e linhas. Para executar estes exercícios simples precisamos de um elemento riscador (lápis de grafite, caneta, esferográfica, etc.), de um suporte (papel, por exemplo) e de empenho para realizar os vários exercícios que se seguem:






 

Volto a disponibilizar os exercícios sobre grafismos, publicados anteriormente, que podem ser realizados com lápis de grafite, caneta ou esferográfica.




Para aceder à publicação com os documentos em PDF, clicar na ligação que se segue:





LÁPIS DE COR


Todos já ouviram falar dos livros de colorir e, neste momento, há uma grande variedade de temas à venda nas livrarias. No entanto, deixo aqui algumas hipóteses em formato PDF, que podem imprimir e começar a trabalhar de imediato. É uma atividade para relaxar e treinar o preenchimento de espaços com lápis de cor.













Para quem se quiser envolver mais com a disciplina de Ciências Naturais, pode optar por colorir e aprender a reconhecer as plantas invasoras existentes no nosso país:


Mais plantas invasoras para reconhecer e colorir neste site:





DESENHAR FIGURAS SIMPLES


Para desenvolver as capacidades necessárias ao desenho autónomo e criativo, alguns alunos preferem treinar o desenho de figuras simples com estes exemplos passo-a-passo:





























DIÁRIO GRÁFICO


Aproveito para relembrar que um diário gráfico é um caderno (ou um conjunto de folhas soltas que posteriormente organizamos como preferirmos) onde podemos soltar a nossa imaginação e desenhar, escrever, pintar e/ou colar as histórias, pensamentos, etc... que marcam o nosso quotidiano.

Se não gostarmos do que fizermos, é só virar a página e começar de novo...

Ou outro registo diferente. Se os desenhos/registos forem apagados ou destruídos por não gostarmos do que estamos a fazer, perdemos a noção da evolução que se torna natural e mais rápida quando nos dedicamos ao desenho de uma forma continuada.

Se adquirirem um caderno de capa dura, o trabalho torna-se mais fácil. Podem também imprimir o guia de trabalho (frente e verso), dobrá-lo e juntá-lo ao caderno, quer na bolsa interior de alguns cadernos, quer com uma mola como mostra a imagem seguinte.





Seguem-se as ligações para as publicações deste blogue sobre o diário gráfico.








Bom trabalho.....








10 de janeiro de 2016

DESIGN - ateliers





 

 Uma websérie que visita 10 dos melhores estúdios de design portugueses e brasileiros






"O Canal180, em colaboração com a Shutterstock, criou uma série documental de 10 mini-episódios que destaca 10 dos melhores estúdios de design portugueses e brasileiros. Intitulada Analógico Humano Digital, nasceu de uma iniciativa homónima do último 180 Creative Camp e já deu lugar a uma exposição em Braga, também com o mesmo nome.

Totalmente filmada em Ultra HD, esta websérie é uma oportunidade para conhecer os espaços de trabalho, o processo criativo e os desafios de alguns dos protagonistas do design lusófono. Eis a lista dos estúdios participantes: R2 DesignDmtr.orgAtelier d’AlvesEpiformaEstudio PUMBolos QuentesDSType FoundryThis is PacificaSilvadesigners e Non Verbal."



Texto integral e vídeos disponíveis aqui:





17 de novembro de 2015

PERSPETIVA CÓNICA - desenhar espaços interiores



"Girls Singing"- Edgar Degas (1873)






DESENHAR UM ESPAÇO INTERIOR COM 1 PONTO DE FUGA:



Na perspetiva linear com um ponto de fuga (perspetiva frontal), o observador situa-se de frente para uma parede. Tudo o que se encontra nessa parede é representado de frente. Todas as outras paredes, chão e teto representam-se em perspetiva.



1 - Traçar a linha do horizonte e o ponto de fuga. Traçar a parede que se encontra de frente para o observador (um quadrado ou paralelipípedo).






2 - Traçar as linhas que representam as paredes laterais, o teto e o chão em direção ao ponto de fuga.






3 - Analisar atentamente os exemplos que se seguem e construir o espaço interior que se deseja.























DESENHAR ESPAÇOS INTERIORES COM 2 PONTOS DE FUGA:




Na perspetiva linear com 2 pontos de fuga, o observador situa-se de frente para uma esquina de um espaço. Todos os planos (paredes, chão e teto) são representados em perspetiva.




1 - Traçar a linha do horizonte e definir os pontos de fuga. Traçar a linha vertical, perpendicular à linha do horizonte, que corresponde à esquina do espaço que queremos representar.







2 - Traçar as linhas que separam os planos das paredes, do chão e do teto a partir dos pontos de fuga.







3 - Observar com atenção as imagens que se seguem e construir o espaço desejado.